Crônica de uma crise anunciada – Crítica à economia política de Lula e Dilma


Autor: Plínio de Arruda Sampaio Jr.
Formato: 17 x 24 cm
Páginas: 256
ISBN: 978-85-66390-19-3
Ano: 2017
Valor: R$ 50,00 (livro impresso)
Valor: R$ 9,50 (versão e-book Kindle)
O autor
Plínio de Arruda Sampaio Jr. professor aposentado do Instituto de Economia da Universidade Estadual de Campinas (IE/UNICAMP). Atualmente é coordenador do Polo Socialista e Revolucionário e editor chefe do portal Contrapoder. Desenvolve pesquisas na área de história econômica do Brasil e teoria do desenvolvimento, dedica-se ao estudo do impacto da globalização capitalista sobre a economia brasileira. Membro do conselho editorial de diversas revistas acadêmicas, entre as quais, Novos Temas e Marxismo XXI, possui dezenas de artigos, publicados no Brasil e no exterior. É autor de Entre a nação e a barbárie: os dilemas do capitalismo dependente (Vozes, 1999); e organizador dos livros Capitalismo em crise: a natureza e dinâmica da crise econômica mundial (Sunderman, 2009); e Jornadas de Junho: a revolta popular em debate (ICP, 2014).
Mais sobre o livro
O livro “Crônica de uma Crise Anunciada: Crítica à Economia Política de Lula e Dilma”, publicado em 2017 por Plínio de Arruda Sampaio Jr., professor do Instituto de Economia da Unicamp, analisa os fundamentos econômicos e políticos que levaram ao colapso do ciclo liderado pelo Partido dos Trabalhadores (PT) entre 2003 e 2016.
A obra propõe que a crise enfrentada pelo Brasil não foi um acidente, mas o resultado de escolhas estruturais:
- Frustração de Expectativas: O autor investiga por que o PT frustrou a esperança de transformações sociais profundas ao manter a lógica do “medo” e das conciliações com as elites.
- Reversão Neocolonial: Sampaio Jr. argumenta que os governos PT aprofundaram a inserção subordinada do Brasil na divisão internacional do trabalho, transformando o país em uma “mega feitoria moderna” focada na exportação de commodities e na desindustrialização.
- Continuidade Neoliberal: A análise aponta que, apesar do discurso desenvolvimentista, não houve uma ruptura radical com o ajuste neoliberal. Isso teria levado a uma “crise estrutural do capital” na periferia brasileira.
- Impasse Político: Para o autor, a crise econômica é inseparável da crise política e do colapso da Nova República, onde as classes dominantes atuam de forma monolítica para impedir a emergência das classes subalternas como sujeitos históricos.



















