Motivação e formação de equipes na gestão pública


Autor: Paulo Rodrigues
Formato: 17 x 24 cm
Páginas: 80
ISBN: 978-85-66390-00-1
Ano: 2012
Valor: R$ 4,99 (somente versão e-book Kindle)
O autor
Paulo Rodrigues é graduado em administração pública pela FGV e tem mais de 25 anos de atuação na gestão pública em cargos de gerência, direção e chefia de gabinete (Secretaria Municipal de Cultura – 2006-2012, Bienal de São Paulo – 2013-2018), o autor não deixa dúvida que, entre teoria e prática, escolhe a segunda como caminho para alcançar o leitor e levar a ele as experiências do dia a dia das instituições públicas, onde a motivação e a formação de equipes têm papel fundamental.
Mais sobre o livro
A obra “Motivação e Formação de Equipes na Gestão Pública”, de Paulo Rodrigues, aborda o desafio de engajar servidores em um contexto frequentemente marcado pela burocracia e pela estabilidade funcional.
As principais ideias defendidas pelo autor incluem:
Motivação como Reconhecimento
Para Paulo Rodrigues, a premissa central é que “motivação é reconhecimento”. No setor público, onde incentivos financeiros (bônus, aumentos) são limitados por lei, o gestor deve focar em:
- Valorização Individual: Identificar e reconhecer talentos e qualidades específicas de cada membro da equipe.
- Escuta Ativa: Praticar o diálogo para entender as necessidades e frustrações do servidor.
Formação Estratégica de Equipes
O autor diferencia “grupos” de “equipes”, ressaltando que a eficiência no setor público depende de transformar aglomerados de pessoas em times integrados. Suas recomendações envolvem:
- Compatibilidade de Objetivos: Reunir pessoas que compartilhem dos mesmos propósitos institucionais.
- Distribuição de Tarefas: Atribuir funções com base no perfil profissional de cada integrante para maximizar o desempenho.
- Integração (Onboarding): Implementar processos de acolhimento para novos membros, garantindo que compreendam a cultura e os objetivos do órgão.
O Papel do Gestor Público
Rodrigues enfatiza que a formação de equipes competentes é uma importância estratégica para a entrega de serviços de qualidade à sociedade. O gestor deve atuar como um facilitador da criatividade e do potencial humano, em vez de ser apenas um fiscal de normas.



















